Doutores Cura-Cura

Os Doutores Cura-Cura continuam distribuindo alegria por onde passam. Isso para dar continuidade aos trabalhos e cumprindo os objetivos do projeto. Além disso, a animada troupe ganhou mais dois novos componentes: Fernanda Godinho e Wagner Grande

Junto aos atores Carol Abreu, Willian Araújo, Jaime Filho e Thaís Riguini, os dois têm realizado visitas à Santa Casa de Misericórdia de Cataguases e ao Asilo São José, entre outros, sempre aos sábados pela manhã.


Apoiando a terceira idade

O Instituto Francisca de Souza Peixoto lançou em abril, sob a coordenação de Cacá Massena, mais um projeto social. Trata-se do “Dona Chiquinha sempre jovem”, em parceria com o Centro de Convivência da Idade Feliz, da Prefeitura Municipal de Cataguases.

O projeto já conta com 110 participantes e tem por objetivo, segundo o coordenador, promover a inclusão na comunidade de pessoas a partir dos 55 anos de idade. “A finalidade é levar a bela idade a participar, ensinar e aprender, visando, assim, seu crescimento pessoal, uma maior integração na sociedade e uma maior oportunidade para a troca de experiências, levando -os a se sentirem inclusos e responsáveis pelo crescimento da comunidade”.

O projeto conta também com programas intergeracionais, através da promoção de ações integradas entre idosos, crianças, adolescentes e adultos e pretende desenvolver uma série de atividades, como yoga, ginástica, teatro, inglês, informática, trabalhos manuais e meditação. Maiores informações com cacá massena, no Instituto Francisca de Souza Peixoto, no horário de 8h às 11h. As inscrições para o projeto são gratuitas.


Um ano de passo a Passo

O projeto Passo a Passo comemorou um ano em fevereiro deste ano. Durante esse período, muitas foram as conquistas e muitos os momentos felizes. Para a coordenadora do projeto, Juliana Gonçalves Pires, que já trabalhava há alguns com equoterapia em Cataguases, a parceria com o Instituto Francisca de Souza Peixoto e com a Companhia Industrial Cataguases foi decisiva para que seu projeto fosse ampliado e pudesse atender a um maior número de pessoas.

“Antes, eu trabalhava sozinha com um guia e um cavalo. Hoje, o projeto contra com três cavalos, quatro guias e quatro terapeutas. Além disso, 32 crianças são atendidas, sendo sete patrocinadas pelo Instituto e pela CIC. Crescemos e continuaremos a crescer”, disse ela, lembrando que o projeto funciona desde o início do ano em novo local, no Sítio São Caio.

As conquistas do Passo a passo não param por aí. “Amadureci e cresci junto com o projeto, graças ao apoio do Instituto e de seus colaboradores”, diz. Segundo a coordenadora, uma prova deste amadurecimento vem de Taiwan e Taís, duas crianças atendidas pelo projeto. “Taiwan se mostrava muito disperso e sem concentração na escola. Obedecia apenas ordens simples, pois as complexas eram muito complicadas para ele. Hoje está manejando o animal sozinho e, junto, prestando atenção no que ordeno. Taís tinha um comportamento rebelde, não obedecia ninguém. Hoje mostra-se meiga, interessada, curiosa e, principalmente, minha amiga”, conta a coordenadora.

Segundo Juliana Pires, as duas crianças têm menos de um ano de tratamento com equoterapia. “Com esses resultados e muitos outros é que continuo acreditando nos benefícios da equoterapia”, conclui.


Projeto Tibum tem primeiro torneio

O projeto Tibum, lançado em 2003 pelo Instituto Francisca de Souza Peixoto, já conta com a participação de cerca de 60 crianças. Através do esporte, no caso, a natação, o Instituto pretende com o projeto, que é coordenado pela professora de educação física Eliana de Barros Clemente, proporcionar maiores oportunidades a crianças e adolescentes oriundas de famílias de baixa renda e filhos de colaboradores da CIC.

Os alunos do projeto participaram de seu primeiro torneio em abril, no CAT Rodrigo Lanna, com a participação de equipes do Clube do Remo, Aquacenter, Praça de Esportes, Clube Botafogo de São João Nepomuceno e Projeto Nadar, da Universidade Federal de Viçosa.

Por um ensino cada vez melhor

No mês de abril, o Telechica recebeu a visita da supervisora pedagógica do SESI de Juiz de Fora, Cleuza Ghiorzi Brandão. A instituição é responsável pelo suporte pedagógico ao telechica, capacitando os professores dentro da metodologia do Telecurso 2000.

Segundo Rita de Cássia Dias, coordenadora do Telechica, todos os professores do telecurso passam por um treinamento no SESI antes de exercer suas funções dentro de sala de aula, “tornando-se apto a ser um orientador do Telecurso”. Além disso, os professores são avaliados mensalmente, através de uma relatório que é emitido para a supervisão do SESI.

“A cada semestre, recebemos a visita da supervisora pedagógica, quando temos a oportunidade de esclarecer dúvidas. Também participamos de seminários e encontros com orientadores do Telecuros em Minas Gerais, possibilitando troca de experiências e informações”, explica Rita Dias.

Na oportunidade, a supervisora pedagógica do SESI informou que o Telecurso tem crescido no Estado. “Só no ano passado foram aplicadas mais de 100 mil provas em Minas Gerais”, concluiu a coordenadora.


Oficina de artes em novo local

A Oficina de Artes e Ofícios Carlos Bracher mudou de endereço. Desde o dia 31 de março está ocupando o galpão 21 do Instituto Francisca de Souza Peixoto. A mudança aconteceu para proporcionar maior comodidade a alunos e professores, já que o local é maior e mais arejado.

A mudança foi em clima de alegria, pois professores, monitores e até alguns alunos ajudaram nos trabalhos.”Estamos felizes com essa mudança”, disse o coordenador da Oficina, Luiz Lopez.

Receosos em comemorar

A Biblioteca Digital Josué Inácio Peixoto completou três anos no dia 25 de março. Em meio a toda a alegria das comemorações de tantas conquistas, as crianças que freqüentam a BD estão entristecidas. “Não conseguem, como nós adultos conscientes, entender a guerra”, disse a coordenadora Andréa Toledo.

Segundo ela, os motivos que a justificam não alcançam todo o conhecimento de uma criança. Por isso, a coordenadora, professores, monitores e alunos decidiram combater a guerra. “Trabalhando junto com os alunos do Colégio Santo Antônio, de Belo Horizonte, através de mensagens na internet, desenhos exaltando a paz, abaixo assinados, caminhadas com distribuição de panfletos, mostramos nossa opinião e tentamos nos fazer ouvir”, explicou a coordenadora.

Tanto assim que, no dia 28 de março, os alunos da Escola Municipal Flávia Dutra, em Cataguases, foram às ruas para mostrar seu repúdio à guerra. Foi uma manifestação silenciosa que mostrou que as crianças têm muito mais conhecimento sobre o valor da paz do que os que estão no poder. Em Belo Horizonte, no Colégio Santo Antônio, os alunos participaram de uma celebração religiosa pela paz mundial.